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Monasteries and tourism: interpreting sacred landscape through gastronomy

This article analyses the role of monasteries as a sacred space and how their relationship with tourism depicts a landscape of ’good taste’. Monasteries are examples of both tangible and intangible heritage, and are highly symbolic built spaces that have often become the guardians of tradition. They are strongly embedded within a local cultural landscape, which has determined their historical evolution. Monasteries used to be selfsufficient communities that relied on the resources available in their local environment, e.g. they produced their own wine, which was essential for the celebration of the Eucharist; or they preserved food from their own produce. Gastronomy in monasteries can be a tool to improve tourists’ visitor experience, in so far as it respects the values that these sacred spaces represent. This article explores the literature on monasteries as sacred spaces; the relationship between their tangible and intangible heritage attributes; and how monasteries and their heritage are linked to tourism. This is illustrated through examples from Spain

Este artigo analisa o papel dos monastérios como espaço sagrado e como sua relação com o turismo configura uma paisagem de “bom gosto”. Os monastérios são um exemplo de convergência entre patrimônio tangível e patrimônio intangível. São espaços construídos com alta carga simbólica e que têm atuado, em muito casos, como guardiões da tradição. Ao mesmo tempo que estão claramente enraizados em um território e em uma paisagem que têm condicionado seu desenvolvimento. Os monastérios eram auto-suficientes, obtinham o que necessitavam a partir de seu entorno. Por isso, por exemplo, elaboravam seu própio vinho, tão necessário para o ritual litúrgico; preparavam conservas para manter frescos por mais tempo os produtos que cultivavam. Fazer um juízo dos monastérios através da gastronomia pode ser uma ferramenta para melhorar a experiência do visitante turista, na medida que se respeita os valores representados por esses espaços sagrados. Este texto explora esta relação a partir de uma revisão bibliográfica acerca dos monastérios como espaço sagrado, a relação entre o patrimônio tangível e intangível, bem como o vínculo desses espaços com o patrimônio e com o turismo. A busca das informações se exemplifica com alguns estudos de caso espanhóis

: Este artículo analiza el papel de los monasterios como espacio sagrado y cómo su relación con el turismo perfila un paisaje de «buen gusto». Los monasterios son un ejemplo de convergencia entre patrimonio tangible y patrimonio intangible. Son espacios construidos altamente simbólicos que han actuado en muchos casos como guardianes de la tradición. Al mismo tiempo, están claramente arraigados a un territorio y un paisaje, que ha condicionado su desarrollo. Los monasterios eran unidades autosuficientes que obtenían lo que necesitaban de su entorno. Por eso, por ejemplo, elaboraban su propio vino, tan necesario para el rito litúrgico, o preparaban conservas para mantener durante más tiempo los productos frescos que cultivaban. Poner en valor los monasterios a través de la gastronomía puede ser una herramienta para mejorar la experiencia del visitante turista, en la medida que se lleve a cabo respetando los valores representados por estos espacios sagrados. Este documento explora esta relación a partir de una revisión de la literatura que ha tratado los monasterios como espacios sagrados, la relación entre el patrimonio tangible e intangible, y la vinculación de estos espacios y patrimonio con el turismo. Esta búsqueda de información se ejemplifica con algunos casos españoles

Author: Aulet Serrallonga, Sílvia
Mundet i Cerdan, Lluís
Vidal Casellas, Dolors
Abstract: This article analyses the role of monasteries as a sacred space and how their relationship with tourism depicts a landscape of ’good taste’. Monasteries are examples of both tangible and intangible heritage, and are highly symbolic built spaces that have often become the guardians of tradition. They are strongly embedded within a local cultural landscape, which has determined their historical evolution. Monasteries used to be selfsufficient communities that relied on the resources available in their local environment, e.g. they produced their own wine, which was essential for the celebration of the Eucharist; or they preserved food from their own produce. Gastronomy in monasteries can be a tool to improve tourists’ visitor experience, in so far as it respects the values that these sacred spaces represent. This article explores the literature on monasteries as sacred spaces; the relationship between their tangible and intangible heritage attributes; and how monasteries and their heritage are linked to tourism. This is illustrated through examples from Spain
Este artigo analisa o papel dos monastérios como espaço sagrado e como sua relação com o turismo configura uma paisagem de “bom gosto”. Os monastérios são um exemplo de convergência entre patrimônio tangível e patrimônio intangível. São espaços construídos com alta carga simbólica e que têm atuado, em muito casos, como guardiões da tradição. Ao mesmo tempo que estão claramente enraizados em um território e em uma paisagem que têm condicionado seu desenvolvimento. Os monastérios eram auto-suficientes, obtinham o que necessitavam a partir de seu entorno. Por isso, por exemplo, elaboravam seu própio vinho, tão necessário para o ritual litúrgico; preparavam conservas para manter frescos por mais tempo os produtos que cultivavam. Fazer um juízo dos monastérios através da gastronomia pode ser uma ferramenta para melhorar a experiência do visitante turista, na medida que se respeita os valores representados por esses espaços sagrados. Este texto explora esta relação a partir de uma revisão bibliográfica acerca dos monastérios como espaço sagrado, a relação entre o patrimônio tangível e intangível, bem como o vínculo desses espaços com o patrimônio e com o turismo. A busca das informações se exemplifica com alguns estudos de caso espanhóis
: Este artículo analiza el papel de los monasterios como espacio sagrado y cómo su relación con el turismo perfila un paisaje de «buen gusto». Los monasterios son un ejemplo de convergencia entre patrimonio tangible y patrimonio intangible. Son espacios construidos altamente simbólicos que han actuado en muchos casos como guardianes de la tradición. Al mismo tiempo, están claramente arraigados a un territorio y un paisaje, que ha condicionado su desarrollo. Los monasterios eran unidades autosuficientes que obtenían lo que necesitaban de su entorno. Por eso, por ejemplo, elaboraban su propio vino, tan necesario para el rito litúrgico, o preparaban conservas para mantener durante más tiempo los productos frescos que cultivaban. Poner en valor los monasterios a través de la gastronomía puede ser una herramienta para mejorar la experiencia del visitante turista, en la medida que se lleve a cabo respetando los valores representados por estos espacios sagrados. Este documento explora esta relación a partir de una revisión de la literatura que ha tratado los monasterios como espacios sagrados, la relación entre el patrimonio tangible e intangible, y la vinculación de estos espacios y patrimonio con el turismo. Esta búsqueda de información se ejemplifica con algunos casos españoles
Document access: http://hdl.handle.net/2072/298861
Language: eng
Rights: Reconeixement 3.0 Espanya
Rights URI: http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/es/deed.ca
Subject: Gastronomia
Gastronomy
Turisme -- Aspectes religiosos
Tourism -- Religious aspects
Turisme cultural
Heritage tourism
Patrimoni cultural
Cultural property
Llocs sagrats
Sacred space
Title: Monasteries and tourism: interpreting sacred landscape through gastronomy
Type: info:eu-repo/semantics/article
Repository: Recercat

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Authors


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